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Channel: Comentários em: Concurso Para Timor – Grupos 100 e 110
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Por: Maria Santos

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O “concurso” do ano passado tinha um ano de vigência. Terminou esse ano. Vieram para cá algumas dezenas de colegas, incluindo contratadas. Mesmo tendo demorado nove meses a chegar, isto está muito melhor no que se refere à seriedade e transparência da “manifestação de interesse”.
Os pagamentos dos subsídios, embora atrasados, como sempre, estão quase em dia.
O que não está melhor é o livre arbítrio dos coordenadores de estabelecimento, escolhidos a dedo pela senhora historiadora-arqueóloga timorense Antonieta de Jesus de entre os mais incapazes que por cá estão. Em vez de a escolha ter recaído em pessoas dotadas de competências profissionais, éticas e psíquicas acima da média, casos há em que estes se revelam do piorzinho que há. Só visto! As histórias aqui narradas pareceriam mentira face à verdadeira perturbação que evidenciam.
A esse propósito, o barco, aqui, está sem timoneiro. Ana Bessa, a professora de matemática do ensino secundário e coordenadora portuguesa está em Portugal e a timorense Antonieta está de férias e enviou um e-mail a prescrever o traje, a forma de vestir das professoras e educadoras. Devemos ainda andar aqui pela ocupação indonésia e os seus ditames e moral muçulmana. Antonieta, que não é professora, vai fazer parte do juri em Portugal? Se sim, porque é o segurança aqui de Vila Verde também não faz? A manifestação de interesse é algum exercício de arqueologia? E quem nos escolhe novos coordenadores? São precisas pessoas sensatas e equilibradas. É que alguns…se tivessem entrado no Hospital Júlio de Matos, teriam ficado hóspedes até ao fim da vida.

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